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ECP - História e Fundação

Conheça um pouco da História e Fundação do Esporte Clube Palmeirense!

A agremiação esportiva ganhou o nome de Palmeirense (natural de Palmeiras) por causa do bairro, criado em 1896, pelo então prefeito de Ponte Nova, José Mariano Duarte Lanna. As largas ruas e avenidas surgiram onde antes era a antiga Fazenda das Palmeiras. As obras de urbanização do novo bairro ganharam projeto arrojado e moderno.

O novo aglomerado urbano, bem distante do centro antigo, logo recebeu edificações residenciais e no local foi fundado o primeiro colégio para o ensino do magistério em Minas Gerais.

O esporte, mais precisamente o futebol, chegou ao bairro por volta de 1912 e logo ganhou adeptos. O primeiro time de futebol da cidade foi o Pontenovense Futebol Clube, fundado em 1911. Nos anos seguintes surgiram a Sociedade Esportiva 1º de Maio e o Palmeiras (o primeiro nome do Palmeirense). Durante quase 30 anos, várias equipes esportivas surgiram e acabaram em Palmeiras. As mais duradouras foram \ “Marianos\" e \"Brasil\".

Num texto elaborado pelo então presidente José Fernando Crivelari, em 1975, para um trabalho intitulado \"Monografia de Ponte Nova\" de autoria da professora Wanda de Almeida Totini, ele afirma que o Palmeirense nasceu em 1913 por iniciativa de Giovane Teatini, Fábio Gomes, Tonico Guedes, Albertino Graça, Joaquim Chineleiro, Cazuza, Juquinha Mosqueira, João Tafuri, Chico Pelegrino, Chico Turco, Vicente Bertholdo, Joaquim Faria, Augusto Rodrigues Seabra, Chico Soares e Chico Umbelino.

O nome da agremiação de Palmeiras era Brasil Futebol Clube e usava camisa amarela.

A unificação das equipes de futebol de Palmeiras se deu em 10 de outubro de 1943. A partir dessa data foi fundado oficialmente o Esporte Clube Palmeirense, reunindo todos os desportivas do bairro sob uma mesma bandeira. O ato aconteceu no Cine Brasil. A assembléia foi presidida pelo professor Antônio do Carmo Pinheiro.

A primeira diretoria ficou formada da seguinte maneira:

Presidente de Honra: Jorge Gonçalves;

Presidente: José Jorge;

Vice-Presidente: Abel Pesqueira Moreira;

Secretário Geral: Helder de Aquino;

1º Secretário: Jorge Jota da Luz;

2º Secretário: José Luiz Tavares;

1º Tesoureiro: Cristovão de Castro Castor;

2º Tesoureiro: Lauro Soares;

Diretor de Esportes: Mário Martins do Nascimento;

Diretor Técnico: Geraldo Nascimento;

Orador Oficial: Mário Rodrigues Seabra;

Conselho Fiscal: Antônio do Carmo Pinheiro, Joaquim Soares Filho e Antônio Gomes Queiroz;

Comissão de Sindicância: Atanásio Gonçalves dos Reis, João Soares Ferreira e Júlio Policarpo Gomes;

Estádio Mário Lobo
Nos anos que se seguiram, as reuniões da diretoria eram realizadas no Cine Brasil ou nas residências dos diretores. Em 10 de maio de 1948, foi alugado um salão de propriedade do Sr. Helder de Aquino para ali funcionar a Sede Social do Alvinegro. Um pouco antes, em 1945, o então presidente Antônio Gomes Queiroz (Ninico) anuncia o início da construção do Estádio de Futebol, no alto do Pau D'alho. O Decreto-Lei nº 92, doando o terreno do campo, foi assinado pelo prefeito Cid Martins Soares, no dia 06 de novembro de 1946.

A construção do Estádio teve na pessoa do professor José Maria da Fonseca um importante e decisivo empenho.

No ano de 1949, o Palmeirense tornou-se campeão da cidade jogando no seu Estádio. Até 1961, o local não sofreu grandes alterações. Neste ano, sob a presidência de Mário Lobo (nome oficial do Estádio), foram construídas as arquibancadas e instalado o alambrado.

Sede Social
Durante vários anos, o clube pagou aluguel para o funcionamento de suas atividades sociais. Até que foi adquirido o terreno onde está hoje a Sede Social, na Travessa Antônio Gomes de Queiroz, próximo à Praça Cid Martins Soares.

As diretorias tiveram muito trabalho para conseguir os recursos necessários, visando à construção da Sede. Muitas promoções foram realizadas e o dinheiro foi chegando aos poucos. O projeto arquitetônico da Sede foi autoria do engenheiro Aldo Aviani, que acabou sofrendo várias alterações. Nos primeiros anos da década de 70, o prédio ganhou o andar superior e novo acabamento. As obras só ficaram prontas em setembro de 1974. Nesse ano, uma parte do andar térreo foi alugada para instalação do restaurante Realejo, de propriedade de Pedro de Oliveira Pacheco e Weber Raimundo Mendes. Ali, a juventude curtiu noites memoráveis ao som dos Batuqueiros II.

Importantes eventos aconteceram na Sede Social. Bailes memoráveis, animados por orquestras e conjuntos famosos aconteceram desde sua inauguração. O espaço recebeu também grandes astros da música popular brasileira como Carlos José Nelson Gonçalves, Moacyr Franco e Tunai. Subiu ao palco do Palmeirense, comediantes da importância de Pedro Bismark (Nerson da Capitinga), Saulo Laranjeira e Geraldo Magela.

Na relação de eventos famosos destacam \"A Noite das Mais Belas\", com a presença da Miss Minas Gerais, \"Glamour Girl/91\", com apresentação de Pedro Aguinaga e coordenação de Olegário Lopes Neto, que realizou várias outras festas como \"Personalidade do Ano\" e \"Mulata de Ouro\".

A partir dos anos 90, após grandes reformas no Parque Aquático e construção de modernos salões de festas, o movimento do clube se concentrou no Guarapiranga

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